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 Glorious Theatre

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Mestre do Jogo
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Origem : SP
Ocupação/função : RPG

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MensagemAssunto: Glorious Theatre   Glorious Theatre Icon_minitimeTer Fev 23, 2010 11:47 am

Glorious Theatre Teatrour9

O Teatro Glorioso é dirigido pela mesma pessoa que preside o comitê administrativo da Centrum Resydent Art Gallery.

Chiappetti Lamb, no entanto, deixou o teatro abandonado por um bom tempo. Parou até mesmo de pagar luz, água e os impostos prediais. A Prefeitura tratou de penhorar o prédio e levá-lo à hasta pública, mas não houve compradores pois Chiappetti bolou um esquema de "fraude" para afastá-los que parece estar funcionando.

Há 10 anos atrás, Chiappetti teria sido avisado em sonho que ele deveria parar de investir no teatro 10 anos depois. A fim de se preparar para esta fase de abandono, o merchand começou a alugar o prédio para atores itinerantes. Como teatro de saltimbancos não é mais uma prática muito comum nos Estados Unidos do século XX, Chiappetti Lamb pagava para alguns atores de fora da cidade se passarem por saltimbancos, alugarem o teatro e, depois de algumas apresentações, finalmente lhes incumbia sair espalhando rumores pela cidade de que o teatro é mal-assombrado.

Em algumas apresentações desses grupos pretensamente itinerantes, alguns poltergeists também eram representados, não como se fossem representações, mas a realidade do teatro. Portanto, a própria audiência, por sua vez, começou a espalhar confirmações dos rumores.

Por isso os leilões realizados pela Prefeitura não têm sucesso: os supersticiosos não compram o prédio pelas razões mais óbvias; os céticos não o compram por cautela, já que se rondam a casa tantas histórias estranhas é porque algo de errado há, ainda que perfeitamente explicável racionalmente.

O proprietário (acionista majoritário) da Spectron Pharmaceutical Laboratories, interessado em comprar a casa e suficientemente munido do dinheiro para pagar uma perícia completa, mandou que fosse realizada, nada de anormal sendo detectado no estabelecimento. Então ele arrematou o imóvel no leilão, e ansioso para que seu segundo laboratório na cidade fosse logo ativado, contratou uma empreiteira a fim de implementar reformas em ritmo frenético, com trabalho de turno entre os peões para que as obras prosseguissem sem solução de continuidade, 24 horas por dia. Chiappetti Lamb pagou alguns "arruaceiros" com a finalidade de armarem falsas assombrações, e o grupo contratado se mostrou muito competente nisso. Então a Spectron quis devolver o prédio à Prefeitura e exigir o pagamento de volta, o que tem rendido discussões judiciais até hoje, já que os vícios redibitórios que o laboratório está alegando são nada menos que poltergeists e espíritos zombeteiros: este caso ficou famoso no Judiciário do país como um todo, pois nunca antes se havia postulado tal sorte de fenômenos como fundamento de um processo.

Então Chiappetti Lamb conseguiu manter o prédio, que lhe foi devolvido pois, por lei, se o bem penhorado pelo Poder Público não encontra venda em hasta pública, deve ser restituído ao devedor ou adjudicado ao credor, sendo que a Prefeitura não se atreveu a pedir a adjudicação e fazer uso do imóvel porque o pessoal da construção civil, a maioria irlandeses ou descendentes da periferia, recusou-se a fazer reformas nele.

Chiappetti Lamb conseguiu o prédio de volta e, por outro lado, outros bens seus não podem ser penhorados: ele não tem investimentos em ações ou planos bancários; os rendimentos com os quais o cidadão sobrevive não podem ser penhorados; Chiappetti possui apenas um veículo e uma residência própria (insuscetíveis, portanto, de penhora); a galeria não é só dele, pertence a uma sociedade, por conseguinte apenas sua cota-parte é passível de penhora, o que não interessa à Prefeitura, que neste caso teria mais custas com as quais arcar do que ressarcimento pelos débitos de Chiappetti. O resultado é que Chiappetti Lamb ainda é dono de um teatro que não pode utilizar, para manter a fama agourenta do prédio e, de outro lado, não se desfaz dele. A demolição é impensável pois trata-se de uma estrutura enorme que precisaria ser implodida, mas sua localização é muito próxima às residências vizinhas.

Chiappetti permite a utilização do prédio por quem quer que deseje organizar algum evento nele, e isso ocasionalmente ocorre, embora por poucas horas. O importante em toda essa história, para Chiappetti, é que ele conseguiu resgatar em Bennington a idéia de que existem saltimbancos na Nova Inglaterra do século XXI. Ele é afiliado à patafísica, então considera importante transformar mentiras em verdades e observar o resultado destas construções na sociedade.

E confirmando algumas das teorias que inspiram o movimento patafísico, chegou à cidade uma caravana de ciganos, que se plantou na parte rural de Bennington, e que começou a utilizar as instalações do teatro para fazer apresentações noturnas. A estas apresentações concorrem várias pessoas, principalmente os mais supersticiosos, que por sua superstição acreditam que os ciganos sabem lidar com assombrações e, por isso, mantê-las comportadas durante os números de dança das belas gitanas e execução de peças musicais pelos virtuoses romanis.

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OFF - Não é de hoje que os Malkavianos pedem autorização a Stratton para Abraçar Chiappetti Lamb. As requisições começaram desde que ele chegou na cidade, há aproximadamente 20 anos, mas devido aos conflitos de requisição, já que é mais de um Malkaviano solicitando a mesma autorização, Stratton proibiu que Chiappetti Lamb fosse Abraçado, pois sabe o tipo de confusão que uma autorização, ainda que específica para determinado Malkaviano, poderia causar. Os Malkavianos não são um Clã organizado, muito menos mentalmente equilibrado, e Stratton não brinca com a possibilidade de que a autorização para um poderia se tornar causa de disputas com caóticas conseqüências.

— Os "arruaceiros competentes" que assombraram as obras de reforma tentadas pela Spectron eram ninguém menos que Malkavianos. É claro que Chiappetti não faz a menor idéia de que estava contratando vampiros, mas o dinheiro que deu aos Malkavianos lhes permitiu comprar várias garrafas de uísque que revenderam na periferia, para roubá-las depois e continuarem nesse ciclo até Bernhard Kappel descobrir e interromper a palhaçada antes que a polícia mortal começasse a investigar os furtos estranhos. Para Stratton, todo cuidado é pouco. Ele sabe que os Caçadores estão muito perto de Bennington. Um Ancião Malkaviano que começou a se dedicar a experiências pseudo-científicas nos porões da fábrica desativada da periferia, pressentiu por Auspícios que os Caçadores estão próximos.

— Esse Ancião, Orville Wilbur, solicitou aos colegas de Clã que o encerrassem no porão da fábrica, blindando sua passagem de forma a não permitir nem sua saída nem a entrada de mais ninguém. Só quem entra é uma Nosferatu, Reba Tweendalines, que se transforma em rato e passa por um buraco na blindagem. Ela ajuda Wilbur com uma máquina de hemodiálise, através da qual o sangue dele é filtrado várias vezes durante a noite, colocando no dialisador Vitae recém-doada pelos cidadãos aos bancos de sangue do hospital. Orville e Reba têm um Laço de Sangue, e por isso ainda que ela discorde do que ele está fazendo, continua assistindo-o nessa experiência sem sentido.

— Sangue fora do organismo humano, especialmente congelado, de bancos de sangue, não é saboroso, nem alimenta o vampiro em todas as necessidades que a Vitae cálida sugada de um corpo vivo atende. Mas sendo sangue mantido em boas condições, ele impede, de qualquer forma, explosões incontroláveis de berserk. O que Orville pretende, só ele e Reba sabem, e ela prometeu não contar.

— "Assalto é a prática de roubar bancos de sangue e hospitais. Um Membro que adere à prática do Assalto é chamado de Ladrão de Banco."

— Sangue de pessoas ou animais mortos (sangue morto) é venenoso aos vampiros. Eles ficam debilitados e incapacitados — literalmente doentes — durante um bom tempo até que consigam se recuperar dos danos.

— Os Malkavianos são apontados como sendo o Clã mais poderoso de todos que, não obstante, perde essa vantagem devido à sua confusão e alienação. Povoam o imaginário de lendas antigas que teriam avisado que a Gehenna do final dos tempos será desencadeada por eles, sob o comando de Malkavian, o Antediluviano fundador do Clã. Nesta versão das profecias, contudo, não se costuma acreditar generalizadamente, justamente devido à desorganização e alienação dos Malkavianos. Alguns dizem que os Membros não deveriam se deixar enganar por estas aparências.
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